Ajudando organizações a ampliarem o seu
impacto.
impacto.

[
SOBRE SER
]
O que é a SER?
Nossa missão é promover o desenvolvimento local através do fortalecimento de organizações comunitárias de base e do monitoramento e avaliação de impacto socioambiental de projetos e programas.
Fortalecimento Institucional das Organizações de Base Comunitária
Monitoramento e Avaliação de Impacto Socioambiental
Formação e Engajamento de Empreendedores e Lideranças em Comunidades
Desenvolvimento de Soluções de Impacto Socioambiental para Empresas e Negócios
[
PROJETOS
]
Projetos de impacto.
[
03/35
]

Oficinas de Boas Práticas do CASA

As oficinas têm o objetivo de fortalecer institucionalmente os grupos através de temas como Gestão Financeira e Administrativa e Gestão Institucional.

BORA Ambulantes
A SER atuou como consultoria especializada no tema de inclusão produtiva, responsável pelo planejamento, execução e análise do monitoramento e avaliação de impacto que utilizou a Teoria da Mudança para monitorar os eixos de Experiência no trabalho e Reputação da marca.

Apoio Fundo Brasil

A SER realizou a avaliação de impacto do Programa de Apoio a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos do Fundo Brasil de Direitos Humanos, a partir da construção da Teoria da Mudança do Programa. Foi escopo da avaliação 183 apoios emergenciais e 51 apoios por meio de edital realizados entre 2019 e 2023.
[
METODOLOGIA
]
Teoria da Mudança.
Teoria da Mudança.
Uma das metodologias que mais utilizamos é a da Teoria da Mudança. Nela conseguimos ter clareza estratégica, monitoramento de impacto e engajamento.
[
ETAPA 1
]

Definir o impacto de longo prazo
O objetivo final
[
ETAPA 2
]

Mapear as condições necessárias
Retroceder a partir do objetivo
[
ETAPA 3
]

Identificar atividades
O que será feito
[
ETAPA 4
]

Criar o mapa/diagrama
Visualizar a cadeia de resultados
[
ETAPA 5
]

Definir indicadores
Para medir se as mudanças estão ocorrendo





Apoie a SER e nos ajude a ampliar o impacto.
[
O QUE FAZEMOS
]
Eixos de atuação.
[
04
]
[01]
Fortalecimento Institucional das Organizações de Base Comunitária
[02]
Monitoramento e Avaliação
de Impacto Socioambiental
[03]
Formação e Engajamento de Empreendedores e Lideranças em Comunidades
[04]
Desenvolvimento de Soluções de Impacto Socioambiental Positivo para Organizações
[01]
Fortalecimento Institucional das Organizações de Base Comunitária
[02]
Monitoramento e Avaliação
de Impacto Socioambiental
[03]
Formação e Engajamento de Empreendedores e Lideranças
em Comunidades
[04]
Desenvolvimento de Soluções de Impacto Socioambiental Positivo para Organizações
[01]
Fortalecimento Institucional das Organizações de Base Comunitária
[02]
Monitoramento e Avaliação de Impacto Socioambiental
[03]
Formação e Engajamento de Empreendedores e Lideranças em Comunidades
[04]
Desenvolvimento de Soluções de Impacto Socioambiental Positivo para Organizações
[
PARCEIROS E ORGANIZAÇÕES
]
Nossos parceiros.









Nossos resultados em números.
[
IMPACTO EM NÚMEROS
]
Os nossos números não simplificam em um ponto final, eles nos indicam onde estamos chegando e onde ainda podemos alcançar e ampliar nosso impacto.
Os nossos números não simplificam em um ponto final, eles nos indicam onde estamos chegando e onde ainda podemos alcançar e ampliar nosso impacto.
QUASE 4 MILHÕES DE REAIS JÁ FORAM CONVERTIDOS EM IMPACTO DIRETO
QUASE 4 MILHÕES DE REAIS JÁ FORAM CONVERTIDOS EM IMPACTO DIRETO
PESSOAS FORAM IMPACTADAS
PESSOAS FORAM IMPACTADAS
ORGANIZAÇÕES, EMPREENDIMENTOS E INICIATIVAS FORAM FORTALECIDAS ATÉ AQUI
ORGANIZAÇÕES, EMPREENDIMENTOS E INICIATIVAS FORAM FORTALECIDAS ATÉ AQUI
HORAS DEDICADAS À FORMAÇÃO E FACILITAÇÃO DE ATIVIDADES
HORAS DEDICADAS À FORMAÇÃO E FACILITAÇÃO DE ATIVIDADES



Cristina Orpheu
[Fundo CASA Socioambiental]
Para o Fundo Casa, a SER é uma parceira estratégica há quase uma década, especialmente no fortalecimento de capacidades das organizações que apoiamos. Ao longo desses anos, construímos juntos um caminho sólido por meio de formações como as oficinas de gestão de projetos e gestão de associações — espaços que vão muito além da construção de conteúdos técnicos. São processos que fortalecem a autonomia, ampliam a capacidade de gestão e contribuem diretamente para a sustentabilidade das iniciativas locais. O que mais nos marca nessa parceria é a coerência entre prática e propósito. A SER compreende que fortalecer organizações de base é um investimento de longo prazo, que exige confiança, continuidade e respeito aos diferentes tempos e realidades dos territórios.

Laura Macedo
[União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja)]
A equipe da SER tem uma prática de capacidade de escuta ativa e acima de tudo de facilitação para que os objetivos desejados por cada um de nós emerjam. Então, neste período que temos interagido com a SER tem sido de muita riqueza, porque elas não só facilitam, mas elas nos levam a refletir sobre para onde vamos, como vamos, quais os recursos que podemos ir e com quais as pessoas nós vamos nos conectar e que impacto que queremos gerar. A SER traz na sua essência, essa capacidade transformadora.

Lilite Cintra
[Conselheira da SER]
Eu apostei na ousadia do grupo de jovens que se recusou a enxergar o mundo sem porta de saída. Ofereci meus anos a mais de experiência, dando alguns palpites eventuais. Emprestei o meu nome para compor conselhos. Usufrui do trabalho da SER, que deu assessoria ao Gambá, o grupo ambientalista da Bahia, do qual eu faço parte, organizando os nossos serviços para melhor apresentá-los à sociedade. E aprendi que a inovação é fundamental neste mundo mutante. 20 anos depois, eu fico orgulhosa de ter colaborado com essa aventura, ainda que de longe.

Paulo Henrique
[CEO da Startei e Conselheiro da SER]
A SER para mim é uma organização muito séria e muito contagiante. Todas as causas e pautas que a SER trabalha, a gente tá junto ali, sentindo vontade de participar. Frequentei a NOSSA, aquela casinha maravilhosa, aconchegante, onde eu tive a oportunidade de ir e me conectar com pessoas que até hoje eu tenho um bom relacionamento. Além disso, a SER tem uma relação com as questões ligadas à empresa B, tendo sido a primeira empresa B da Bahia, depois se tornou uma organização social. São 20 anos de muita estrada, e história e fico muito feliz de fazer parte desses 20 anos.

Felippe Rosa
[Nia Tero]
O mais interessante para mim é a amplitude dessa musculatura da SER: ser capaz de ir até a comunidade, à aldeia, ao território, escutar o que está sendo dito lá e produzir documentos, resultados, treinamentos e capacitações que dialoguem com esse território, mas que não percam de vista a produção de documentação, de registros e de instrumentos de comunicação que possam, eventualmente, contar essa história para outros atores. Essa é a potência no trabalho de vocês, enxergar esses espaços como um meio de traduzir e comunicar para fora o que está sendo dito ali.

Cristina Orpheu
[Fundo CASA Socioambiental]
Para o Fundo Casa, a SER é uma parceira estratégica há quase uma década, especialmente no fortalecimento de capacidades das organizações que apoiamos. Ao longo desses anos, construímos juntos um caminho sólido por meio de formações como as oficinas de gestão de projetos e gestão de associações — espaços que vão muito além da construção de conteúdos técnicos. São processos que fortalecem a autonomia, ampliam a capacidade de gestão e contribuem diretamente para a sustentabilidade das iniciativas locais. O que mais nos marca nessa parceria é a coerência entre prática e propósito. A SER compreende que fortalecer organizações de base é um investimento de longo prazo, que exige confiança, continuidade e respeito aos diferentes tempos e realidades dos territórios.

Laura Macedo
[União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja)]
A equipe da SER tem uma prática de capacidade de escuta ativa e acima de tudo de facilitação para que os objetivos desejados por cada um de nós emerjam. Então, neste período que temos interagido com a SER tem sido de muita riqueza, porque elas não só facilitam, mas elas nos levam a refletir sobre para onde vamos, como vamos, quais os recursos que podemos ir e com quais as pessoas nós vamos nos conectar e que impacto que queremos gerar. A SER traz na sua essência, essa capacidade transformadora.

Lilite Cintra
[Conselheira da SER]
Eu apostei na ousadia do grupo de jovens que se recusou a enxergar o mundo sem porta de saída. Ofereci meus anos a mais de experiência, dando alguns palpites eventuais. Emprestei o meu nome para compor conselhos. Usufrui do trabalho da SER, que deu assessoria ao Gambá, o grupo ambientalista da Bahia, do qual eu faço parte, organizando os nossos serviços para melhor apresentá-los à sociedade. E aprendi que a inovação é fundamental neste mundo mutante. 20 anos depois, eu fico orgulhosa de ter colaborado com essa aventura, ainda que de longe.

Paulo Henrique
[CEO da Startei e Conselheiro da SER]
A SER para mim é uma organização muito séria e muito contagiante. Todas as causas e pautas que a SER trabalha, a gente tá junto ali, sentindo vontade de participar. Frequentei a NOSSA, aquela casinha maravilhosa, aconchegante, onde eu tive a oportunidade de ir e me conectar com pessoas que até hoje eu tenho um bom relacionamento. Além disso, a SER tem uma relação com as questões ligadas à empresa B, tendo sido a primeira empresa B da Bahia, depois se tornou uma organização social. São 20 anos de muita estrada, e história e fico muito feliz de fazer parte desses 20 anos.

Felippe Rosa
[Nia Tero]
O mais interessante para mim é a amplitude dessa musculatura da SER: ser capaz de ir até a comunidade, à aldeia, ao território, escutar o que está sendo dito lá e produzir documentos, resultados, treinamentos e capacitações que dialoguem com esse território, mas que não percam de vista a produção de documentação, de registros e de instrumentos de comunicação que possam, eventualmente, contar essa história para outros atores. Essa é a potência no trabalho de vocês, enxergar esses espaços como um meio de traduzir e comunicar para fora o que está sendo dito ali.

Cristina Orpheu
[Fundo CASA Socioambiental]
Para o Fundo Casa, a SER é uma parceira estratégica há quase uma década, especialmente no fortalecimento de capacidades das organizações que apoiamos. Ao longo desses anos, construímos juntos um caminho sólido por meio de formações como as oficinas de gestão de projetos e gestão de associações — espaços que vão muito além da construção de conteúdos técnicos. São processos que fortalecem a autonomia, ampliam a capacidade de gestão e contribuem diretamente para a sustentabilidade das iniciativas locais. O que mais nos marca nessa parceria é a coerência entre prática e propósito. A SER compreende que fortalecer organizações de base é um investimento de longo prazo, que exige confiança, continuidade e respeito aos diferentes tempos e realidades dos territórios.

Laura Macedo
[União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja)]
A equipe da SER tem uma prática de capacidade de escuta ativa e acima de tudo de facilitação para que os objetivos desejados por cada um de nós emerjam. Então, neste período que temos interagido com a SER tem sido de muita riqueza, porque elas não só facilitam, mas elas nos levam a refletir sobre para onde vamos, como vamos, quais os recursos que podemos ir e com quais as pessoas nós vamos nos conectar e que impacto que queremos gerar. A SER traz na sua essência, essa capacidade transformadora.

Lilite Cintra
[Conselheira da SER]
Eu apostei na ousadia do grupo de jovens que se recusou a enxergar o mundo sem porta de saída. Ofereci meus anos a mais de experiência, dando alguns palpites eventuais. Emprestei o meu nome para compor conselhos. Usufrui do trabalho da SER, que deu assessoria ao Gambá, o grupo ambientalista da Bahia, do qual eu faço parte, organizando os nossos serviços para melhor apresentá-los à sociedade. E aprendi que a inovação é fundamental neste mundo mutante. 20 anos depois, eu fico orgulhosa de ter colaborado com essa aventura, ainda que de longe.

Paulo Henrique
[CEO da Startei e Conselheiro da SER]
A SER para mim é uma organização muito séria e muito contagiante. Todas as causas e pautas que a SER trabalha, a gente tá junto ali, sentindo vontade de participar. Frequentei a NOSSA, aquela casinha maravilhosa, aconchegante, onde eu tive a oportunidade de ir e me conectar com pessoas que até hoje eu tenho um bom relacionamento. Além disso, a SER tem uma relação com as questões ligadas à empresa B, tendo sido a primeira empresa B da Bahia, depois se tornou uma organização social. São 20 anos de muita estrada, e história e fico muito feliz de fazer parte desses 20 anos.

Felippe Rosa
[Nia Tero]
O mais interessante para mim é a amplitude dessa musculatura da SER: ser capaz de ir até a comunidade, à aldeia, ao território, escutar o que está sendo dito lá e produzir documentos, resultados, treinamentos e capacitações que dialoguem com esse território, mas que não percam de vista a produção de documentação, de registros e de instrumentos de comunicação que possam, eventualmente, contar essa história para outros atores. Essa é a potência no trabalho de vocês, enxergar esses espaços como um meio de traduzir e comunicar para fora o que está sendo dito ali.

Cristina Orpheu
[Fundo CASA Socioambiental]
Para o Fundo Casa, a SER é uma parceira estratégica há quase uma década, especialmente no fortalecimento de capacidades das organizações que apoiamos. Ao longo desses anos, construímos juntos um caminho sólido por meio de formações como as oficinas de gestão de projetos e gestão de associações — espaços que vão muito além da construção de conteúdos técnicos. São processos que fortalecem a autonomia, ampliam a capacidade de gestão e contribuem diretamente para a sustentabilidade das iniciativas locais. O que mais nos marca nessa parceria é a coerência entre prática e propósito. A SER compreende que fortalecer organizações de base é um investimento de longo prazo, que exige confiança, continuidade e respeito aos diferentes tempos e realidades dos territórios.

Laura Macedo
[União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja)]
A equipe da SER tem uma prática de capacidade de escuta ativa e acima de tudo de facilitação para que os objetivos desejados por cada um de nós emerjam. Então, neste período que temos interagido com a SER tem sido de muita riqueza, porque elas não só facilitam, mas elas nos levam a refletir sobre para onde vamos, como vamos, quais os recursos que podemos ir e com quais as pessoas nós vamos nos conectar e que impacto que queremos gerar. A SER traz na sua essência, essa capacidade transformadora.

Lilite Cintra
[Conselheira da SER]
Eu apostei na ousadia do grupo de jovens que se recusou a enxergar o mundo sem porta de saída. Ofereci meus anos a mais de experiência, dando alguns palpites eventuais. Emprestei o meu nome para compor conselhos. Usufrui do trabalho da SER, que deu assessoria ao Gambá, o grupo ambientalista da Bahia, do qual eu faço parte, organizando os nossos serviços para melhor apresentá-los à sociedade. E aprendi que a inovação é fundamental neste mundo mutante. 20 anos depois, eu fico orgulhosa de ter colaborado com essa aventura, ainda que de longe.

Paulo Henrique
[CEO da Startei e Conselheiro da SER]
A SER para mim é uma organização muito séria e muito contagiante. Todas as causas e pautas que a SER trabalha, a gente tá junto ali, sentindo vontade de participar. Frequentei a NOSSA, aquela casinha maravilhosa, aconchegante, onde eu tive a oportunidade de ir e me conectar com pessoas que até hoje eu tenho um bom relacionamento. Além disso, a SER tem uma relação com as questões ligadas à empresa B, tendo sido a primeira empresa B da Bahia, depois se tornou uma organização social. São 20 anos de muita estrada, e história e fico muito feliz de fazer parte desses 20 anos.

Felippe Rosa
[Nia Tero]
O mais interessante para mim é a amplitude dessa musculatura da SER: ser capaz de ir até a comunidade, à aldeia, ao território, escutar o que está sendo dito lá e produzir documentos, resultados, treinamentos e capacitações que dialoguem com esse território, mas que não percam de vista a produção de documentação, de registros e de instrumentos de comunicação que possam, eventualmente, contar essa história para outros atores. Essa é a potência no trabalho de vocês, enxergar esses espaços como um meio de traduzir e comunicar para fora o que está sendo dito ali.

Cristina Orpheu
[Fundo CASA Socioambiental]
Para o Fundo Casa, a SER é uma parceira estratégica há quase uma década, especialmente no fortalecimento de capacidades das organizações que apoiamos. Ao longo desses anos, construímos juntos um caminho sólido por meio de formações como as oficinas de gestão de projetos e gestão de associações — espaços que vão muito além da construção de conteúdos técnicos. São processos que fortalecem a autonomia, ampliam a capacidade de gestão e contribuem diretamente para a sustentabilidade das iniciativas locais. O que mais nos marca nessa parceria é a coerência entre prática e propósito. A SER compreende que fortalecer organizações de base é um investimento de longo prazo, que exige confiança, continuidade e respeito aos diferentes tempos e realidades dos territórios.

Laura Macedo
[União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja)]
A equipe da SER tem uma prática de capacidade de escuta ativa e acima de tudo de facilitação para que os objetivos desejados por cada um de nós emerjam. Então, neste período que temos interagido com a SER tem sido de muita riqueza, porque elas não só facilitam, mas elas nos levam a refletir sobre para onde vamos, como vamos, quais os recursos que podemos ir e com quais as pessoas nós vamos nos conectar e que impacto que queremos gerar. A SER traz na sua essência, essa capacidade transformadora.

Lilite Cintra
[Conselheira da SER]
Eu apostei na ousadia do grupo de jovens que se recusou a enxergar o mundo sem porta de saída. Ofereci meus anos a mais de experiência, dando alguns palpites eventuais. Emprestei o meu nome para compor conselhos. Usufrui do trabalho da SER, que deu assessoria ao Gambá, o grupo ambientalista da Bahia, do qual eu faço parte, organizando os nossos serviços para melhor apresentá-los à sociedade. E aprendi que a inovação é fundamental neste mundo mutante. 20 anos depois, eu fico orgulhosa de ter colaborado com essa aventura, ainda que de longe.

Paulo Henrique
[CEO da Startei e Conselheiro da SER]
A SER para mim é uma organização muito séria e muito contagiante. Todas as causas e pautas que a SER trabalha, a gente tá junto ali, sentindo vontade de participar. Frequentei a NOSSA, aquela casinha maravilhosa, aconchegante, onde eu tive a oportunidade de ir e me conectar com pessoas que até hoje eu tenho um bom relacionamento. Além disso, a SER tem uma relação com as questões ligadas à empresa B, tendo sido a primeira empresa B da Bahia, depois se tornou uma organização social. São 20 anos de muita estrada, e história e fico muito feliz de fazer parte desses 20 anos.

Felippe Rosa
[Nia Tero]
O mais interessante para mim é a amplitude dessa musculatura da SER: ser capaz de ir até a comunidade, à aldeia, ao território, escutar o que está sendo dito lá e produzir documentos, resultados, treinamentos e capacitações que dialoguem com esse território, mas que não percam de vista a produção de documentação, de registros e de instrumentos de comunicação que possam, eventualmente, contar essa história para outros atores. Essa é a potência no trabalho de vocês, enxergar esses espaços como um meio de traduzir e comunicar para fora o que está sendo dito ali.

Cristina Orpheu
[Fundo CASA Socioambiental]
Para o Fundo Casa, a SER é uma parceira estratégica há quase uma década, especialmente no fortalecimento de capacidades das organizações que apoiamos. Ao longo desses anos, construímos juntos um caminho sólido por meio de formações como as oficinas de gestão de projetos e gestão de associações — espaços que vão muito além da construção de conteúdos técnicos. São processos que fortalecem a autonomia, ampliam a capacidade de gestão e contribuem diretamente para a sustentabilidade das iniciativas locais. O que mais nos marca nessa parceria é a coerência entre prática e propósito. A SER compreende que fortalecer organizações de base é um investimento de longo prazo, que exige confiança, continuidade e respeito aos diferentes tempos e realidades dos territórios.

Laura Macedo
[União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja)]
A equipe da SER tem uma prática de capacidade de escuta ativa e acima de tudo de facilitação para que os objetivos desejados por cada um de nós emerjam. Então, neste período que temos interagido com a SER tem sido de muita riqueza, porque elas não só facilitam, mas elas nos levam a refletir sobre para onde vamos, como vamos, quais os recursos que podemos ir e com quais as pessoas nós vamos nos conectar e que impacto que queremos gerar. A SER traz na sua essência, essa capacidade transformadora.

Lilite Cintra
[Conselheira da SER]
Eu apostei na ousadia do grupo de jovens que se recusou a enxergar o mundo sem porta de saída. Ofereci meus anos a mais de experiência, dando alguns palpites eventuais. Emprestei o meu nome para compor conselhos. Usufrui do trabalho da SER, que deu assessoria ao Gambá, o grupo ambientalista da Bahia, do qual eu faço parte, organizando os nossos serviços para melhor apresentá-los à sociedade. E aprendi que a inovação é fundamental neste mundo mutante. 20 anos depois, eu fico orgulhosa de ter colaborado com essa aventura, ainda que de longe.

Paulo Henrique
[CEO da Startei e Conselheiro da SER]
A SER para mim é uma organização muito séria e muito contagiante. Todas as causas e pautas que a SER trabalha, a gente tá junto ali, sentindo vontade de participar. Frequentei a NOSSA, aquela casinha maravilhosa, aconchegante, onde eu tive a oportunidade de ir e me conectar com pessoas que até hoje eu tenho um bom relacionamento. Além disso, a SER tem uma relação com as questões ligadas à empresa B, tendo sido a primeira empresa B da Bahia, depois se tornou uma organização social. São 20 anos de muita estrada, e história e fico muito feliz de fazer parte desses 20 anos.

Felippe Rosa
[Nia Tero]
O mais interessante para mim é a amplitude dessa musculatura da SER: ser capaz de ir até a comunidade, à aldeia, ao território, escutar o que está sendo dito lá e produzir documentos, resultados, treinamentos e capacitações que dialoguem com esse território, mas que não percam de vista a produção de documentação, de registros e de instrumentos de comunicação que possam, eventualmente, contar essa história para outros atores. Essa é a potência no trabalho de vocês, enxergar esses espaços como um meio de traduzir e comunicar para fora o que está sendo dito ali.

Cristina Orpheu
[Fundo CASA Socioambiental]
Para o Fundo Casa, a SER é uma parceira estratégica há quase uma década, especialmente no fortalecimento de capacidades das organizações que apoiamos. Ao longo desses anos, construímos juntos um caminho sólido por meio de formações como as oficinas de gestão de projetos e gestão de associações — espaços que vão muito além da construção de conteúdos técnicos. São processos que fortalecem a autonomia, ampliam a capacidade de gestão e contribuem diretamente para a sustentabilidade das iniciativas locais. O que mais nos marca nessa parceria é a coerência entre prática e propósito. A SER compreende que fortalecer organizações de base é um investimento de longo prazo, que exige confiança, continuidade e respeito aos diferentes tempos e realidades dos territórios.

Laura Macedo
[União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja)]
A equipe da SER tem uma prática de capacidade de escuta ativa e acima de tudo de facilitação para que os objetivos desejados por cada um de nós emerjam. Então, neste período que temos interagido com a SER tem sido de muita riqueza, porque elas não só facilitam, mas elas nos levam a refletir sobre para onde vamos, como vamos, quais os recursos que podemos ir e com quais as pessoas nós vamos nos conectar e que impacto que queremos gerar. A SER traz na sua essência, essa capacidade transformadora.

Lilite Cintra
[Conselheira da SER]
Eu apostei na ousadia do grupo de jovens que se recusou a enxergar o mundo sem porta de saída. Ofereci meus anos a mais de experiência, dando alguns palpites eventuais. Emprestei o meu nome para compor conselhos. Usufrui do trabalho da SER, que deu assessoria ao Gambá, o grupo ambientalista da Bahia, do qual eu faço parte, organizando os nossos serviços para melhor apresentá-los à sociedade. E aprendi que a inovação é fundamental neste mundo mutante. 20 anos depois, eu fico orgulhosa de ter colaborado com essa aventura, ainda que de longe.

Paulo Henrique
[CEO da Startei e Conselheiro da SER]
A SER para mim é uma organização muito séria e muito contagiante. Todas as causas e pautas que a SER trabalha, a gente tá junto ali, sentindo vontade de participar. Frequentei a NOSSA, aquela casinha maravilhosa, aconchegante, onde eu tive a oportunidade de ir e me conectar com pessoas que até hoje eu tenho um bom relacionamento. Além disso, a SER tem uma relação com as questões ligadas à empresa B, tendo sido a primeira empresa B da Bahia, depois se tornou uma organização social. São 20 anos de muita estrada, e história e fico muito feliz de fazer parte desses 20 anos.

Felippe Rosa
[Nia Tero]
O mais interessante para mim é a amplitude dessa musculatura da SER: ser capaz de ir até a comunidade, à aldeia, ao território, escutar o que está sendo dito lá e produzir documentos, resultados, treinamentos e capacitações que dialoguem com esse território, mas que não percam de vista a produção de documentação, de registros e de instrumentos de comunicação que possam, eventualmente, contar essa história para outros atores. Essa é a potência no trabalho de vocês, enxergar esses espaços como um meio de traduzir e comunicar para fora o que está sendo dito ali.

Cristina Orpheu
[Fundo CASA Socioambiental]
Para o Fundo Casa, a SER é uma parceira estratégica há quase uma década, especialmente no fortalecimento de capacidades das organizações que apoiamos. Ao longo desses anos, construímos juntos um caminho sólido por meio de formações como as oficinas de gestão de projetos e gestão de associações — espaços que vão muito além da construção de conteúdos técnicos. São processos que fortalecem a autonomia, ampliam a capacidade de gestão e contribuem diretamente para a sustentabilidade das iniciativas locais. O que mais nos marca nessa parceria é a coerência entre prática e propósito. A SER compreende que fortalecer organizações de base é um investimento de longo prazo, que exige confiança, continuidade e respeito aos diferentes tempos e realidades dos territórios.

Laura Macedo
[União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja)]
A equipe da SER tem uma prática de capacidade de escuta ativa e acima de tudo de facilitação para que os objetivos desejados por cada um de nós emerjam. Então, neste período que temos interagido com a SER tem sido de muita riqueza, porque elas não só facilitam, mas elas nos levam a refletir sobre para onde vamos, como vamos, quais os recursos que podemos ir e com quais as pessoas nós vamos nos conectar e que impacto que queremos gerar. A SER traz na sua essência, essa capacidade transformadora.

Lilite Cintra
[Conselheira da SER]
Eu apostei na ousadia do grupo de jovens que se recusou a enxergar o mundo sem porta de saída. Ofereci meus anos a mais de experiência, dando alguns palpites eventuais. Emprestei o meu nome para compor conselhos. Usufrui do trabalho da SER, que deu assessoria ao Gambá, o grupo ambientalista da Bahia, do qual eu faço parte, organizando os nossos serviços para melhor apresentá-los à sociedade. E aprendi que a inovação é fundamental neste mundo mutante. 20 anos depois, eu fico orgulhosa de ter colaborado com essa aventura, ainda que de longe.

Paulo Henrique
[CEO da Startei e Conselheiro da SER]
A SER para mim é uma organização muito séria e muito contagiante. Todas as causas e pautas que a SER trabalha, a gente tá junto ali, sentindo vontade de participar. Frequentei a NOSSA, aquela casinha maravilhosa, aconchegante, onde eu tive a oportunidade de ir e me conectar com pessoas que até hoje eu tenho um bom relacionamento. Além disso, a SER tem uma relação com as questões ligadas à empresa B, tendo sido a primeira empresa B da Bahia, depois se tornou uma organização social. São 20 anos de muita estrada, e história e fico muito feliz de fazer parte desses 20 anos.

Felippe Rosa
[Nia Tero]
O mais interessante para mim é a amplitude dessa musculatura da SER: ser capaz de ir até a comunidade, à aldeia, ao território, escutar o que está sendo dito lá e produzir documentos, resultados, treinamentos e capacitações que dialoguem com esse território, mas que não percam de vista a produção de documentação, de registros e de instrumentos de comunicação que possam, eventualmente, contar essa história para outros atores. Essa é a potência no trabalho de vocês, enxergar esses espaços como um meio de traduzir e comunicar para fora o que está sendo dito ali.

Cristina Orpheu
[Fundo CASA Socioambiental]
Para o Fundo Casa, a SER é uma parceira estratégica há quase uma década, especialmente no fortalecimento de capacidades das organizações que apoiamos. Ao longo desses anos, construímos juntos um caminho sólido por meio de formações como as oficinas de gestão de projetos e gestão de associações — espaços que vão muito além da construção de conteúdos técnicos. São processos que fortalecem a autonomia, ampliam a capacidade de gestão e contribuem diretamente para a sustentabilidade das iniciativas locais. O que mais nos marca nessa parceria é a coerência entre prática e propósito. A SER compreende que fortalecer organizações de base é um investimento de longo prazo, que exige confiança, continuidade e respeito aos diferentes tempos e realidades dos territórios.

Laura Macedo
[União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja)]
A equipe da SER tem uma prática de capacidade de escuta ativa e acima de tudo de facilitação para que os objetivos desejados por cada um de nós emerjam. Então, neste período que temos interagido com a SER tem sido de muita riqueza, porque elas não só facilitam, mas elas nos levam a refletir sobre para onde vamos, como vamos, quais os recursos que podemos ir e com quais as pessoas nós vamos nos conectar e que impacto que queremos gerar. A SER traz na sua essência, essa capacidade transformadora.

Lilite Cintra
[Conselheira da SER]
Eu apostei na ousadia do grupo de jovens que se recusou a enxergar o mundo sem porta de saída. Ofereci meus anos a mais de experiência, dando alguns palpites eventuais. Emprestei o meu nome para compor conselhos. Usufrui do trabalho da SER, que deu assessoria ao Gambá, o grupo ambientalista da Bahia, do qual eu faço parte, organizando os nossos serviços para melhor apresentá-los à sociedade. E aprendi que a inovação é fundamental neste mundo mutante. 20 anos depois, eu fico orgulhosa de ter colaborado com essa aventura, ainda que de longe.

Paulo Henrique
[CEO da Startei e Conselheiro da SER]
A SER para mim é uma organização muito séria e muito contagiante. Todas as causas e pautas que a SER trabalha, a gente tá junto ali, sentindo vontade de participar. Frequentei a NOSSA, aquela casinha maravilhosa, aconchegante, onde eu tive a oportunidade de ir e me conectar com pessoas que até hoje eu tenho um bom relacionamento. Além disso, a SER tem uma relação com as questões ligadas à empresa B, tendo sido a primeira empresa B da Bahia, depois se tornou uma organização social. São 20 anos de muita estrada, e história e fico muito feliz de fazer parte desses 20 anos.

Felippe Rosa
[Nia Tero]
O mais interessante para mim é a amplitude dessa musculatura da SER: ser capaz de ir até a comunidade, à aldeia, ao território, escutar o que está sendo dito lá e produzir documentos, resultados, treinamentos e capacitações que dialoguem com esse território, mas que não percam de vista a produção de documentação, de registros e de instrumentos de comunicação que possam, eventualmente, contar essa história para outros atores. Essa é a potência no trabalho de vocês, enxergar esses espaços como um meio de traduzir e comunicar para fora o que está sendo dito ali.

Cristina Orpheu
[Fundo CASA Socioambiental]
Para o Fundo Casa, a SER é uma parceira estratégica há quase uma década, especialmente no fortalecimento de capacidades das organizações que apoiamos. Ao longo desses anos, construímos juntos um caminho sólido por meio de formações como as oficinas de gestão de projetos e gestão de associações — espaços que vão muito além da construção de conteúdos técnicos. São processos que fortalecem a autonomia, ampliam a capacidade de gestão e contribuem diretamente para a sustentabilidade das iniciativas locais. O que mais nos marca nessa parceria é a coerência entre prática e propósito. A SER compreende que fortalecer organizações de base é um investimento de longo prazo, que exige confiança, continuidade e respeito aos diferentes tempos e realidades dos territórios.

Laura Macedo
[União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja)]
A equipe da SER tem uma prática de capacidade de escuta ativa e acima de tudo de facilitação para que os objetivos desejados por cada um de nós emerjam. Então, neste período que temos interagido com a SER tem sido de muita riqueza, porque elas não só facilitam, mas elas nos levam a refletir sobre para onde vamos, como vamos, quais os recursos que podemos ir e com quais as pessoas nós vamos nos conectar e que impacto que queremos gerar. A SER traz na sua essência, essa capacidade transformadora.

Lilite Cintra
[Conselheira da SER]
Eu apostei na ousadia do grupo de jovens que se recusou a enxergar o mundo sem porta de saída. Ofereci meus anos a mais de experiência, dando alguns palpites eventuais. Emprestei o meu nome para compor conselhos. Usufrui do trabalho da SER, que deu assessoria ao Gambá, o grupo ambientalista da Bahia, do qual eu faço parte, organizando os nossos serviços para melhor apresentá-los à sociedade. E aprendi que a inovação é fundamental neste mundo mutante. 20 anos depois, eu fico orgulhosa de ter colaborado com essa aventura, ainda que de longe.

Paulo Henrique
[CEO da Startei e Conselheiro da SER]
A SER para mim é uma organização muito séria e muito contagiante. Todas as causas e pautas que a SER trabalha, a gente tá junto ali, sentindo vontade de participar. Frequentei a NOSSA, aquela casinha maravilhosa, aconchegante, onde eu tive a oportunidade de ir e me conectar com pessoas que até hoje eu tenho um bom relacionamento. Além disso, a SER tem uma relação com as questões ligadas à empresa B, tendo sido a primeira empresa B da Bahia, depois se tornou uma organização social. São 20 anos de muita estrada, e história e fico muito feliz de fazer parte desses 20 anos.

Felippe Rosa
[Nia Tero]
O mais interessante para mim é a amplitude dessa musculatura da SER: ser capaz de ir até a comunidade, à aldeia, ao território, escutar o que está sendo dito lá e produzir documentos, resultados, treinamentos e capacitações que dialoguem com esse território, mas que não percam de vista a produção de documentação, de registros e de instrumentos de comunicação que possam, eventualmente, contar essa história para outros atores. Essa é a potência no trabalho de vocês, enxergar esses espaços como um meio de traduzir e comunicar para fora o que está sendo dito ali.

Cristina Orpheu
[Fundo CASA Socioambiental]
Para o Fundo Casa, a SER é uma parceira estratégica há quase uma década, especialmente no fortalecimento de capacidades das organizações que apoiamos. Ao longo desses anos, construímos juntos um caminho sólido por meio de formações como as oficinas de gestão de projetos e gestão de associações — espaços que vão muito além da construção de conteúdos técnicos. São processos que fortalecem a autonomia, ampliam a capacidade de gestão e contribuem diretamente para a sustentabilidade das iniciativas locais. O que mais nos marca nessa parceria é a coerência entre prática e propósito. A SER compreende que fortalecer organizações de base é um investimento de longo prazo, que exige confiança, continuidade e respeito aos diferentes tempos e realidades dos territórios.

Laura Macedo
[União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja)]
A equipe da SER tem uma prática de capacidade de escuta ativa e acima de tudo de facilitação para que os objetivos desejados por cada um de nós emerjam. Então, neste período que temos interagido com a SER tem sido de muita riqueza, porque elas não só facilitam, mas elas nos levam a refletir sobre para onde vamos, como vamos, quais os recursos que podemos ir e com quais as pessoas nós vamos nos conectar e que impacto que queremos gerar. A SER traz na sua essência, essa capacidade transformadora.

Lilite Cintra
[Conselheira da SER]
Eu apostei na ousadia do grupo de jovens que se recusou a enxergar o mundo sem porta de saída. Ofereci meus anos a mais de experiência, dando alguns palpites eventuais. Emprestei o meu nome para compor conselhos. Usufrui do trabalho da SER, que deu assessoria ao Gambá, o grupo ambientalista da Bahia, do qual eu faço parte, organizando os nossos serviços para melhor apresentá-los à sociedade. E aprendi que a inovação é fundamental neste mundo mutante. 20 anos depois, eu fico orgulhosa de ter colaborado com essa aventura, ainda que de longe.

Paulo Henrique
[CEO da Startei e Conselheiro da SER]
A SER para mim é uma organização muito séria e muito contagiante. Todas as causas e pautas que a SER trabalha, a gente tá junto ali, sentindo vontade de participar. Frequentei a NOSSA, aquela casinha maravilhosa, aconchegante, onde eu tive a oportunidade de ir e me conectar com pessoas que até hoje eu tenho um bom relacionamento. Além disso, a SER tem uma relação com as questões ligadas à empresa B, tendo sido a primeira empresa B da Bahia, depois se tornou uma organização social. São 20 anos de muita estrada, e história e fico muito feliz de fazer parte desses 20 anos.

Felippe Rosa
[Nia Tero]
O mais interessante para mim é a amplitude dessa musculatura da SER: ser capaz de ir até a comunidade, à aldeia, ao território, escutar o que está sendo dito lá e produzir documentos, resultados, treinamentos e capacitações que dialoguem com esse território, mas que não percam de vista a produção de documentação, de registros e de instrumentos de comunicação que possam, eventualmente, contar essa história para outros atores. Essa é a potência no trabalho de vocês, enxergar esses espaços como um meio de traduzir e comunicar para fora o que está sendo dito ali.

Cristina Orpheu
[Fundo CASA Socioambiental]
Para o Fundo Casa, a SER é uma parceira estratégica há quase uma década, especialmente no fortalecimento de capacidades das organizações que apoiamos. Ao longo desses anos, construímos juntos um caminho sólido por meio de formações como as oficinas de gestão de projetos e gestão de associações — espaços que vão muito além da construção de conteúdos técnicos. São processos que fortalecem a autonomia, ampliam a capacidade de gestão e contribuem diretamente para a sustentabilidade das iniciativas locais. O que mais nos marca nessa parceria é a coerência entre prática e propósito. A SER compreende que fortalecer organizações de base é um investimento de longo prazo, que exige confiança, continuidade e respeito aos diferentes tempos e realidades dos territórios.

Laura Macedo
[União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja)]
A equipe da SER tem uma prática de capacidade de escuta ativa e acima de tudo de facilitação para que os objetivos desejados por cada um de nós emerjam. Então, neste período que temos interagido com a SER tem sido de muita riqueza, porque elas não só facilitam, mas elas nos levam a refletir sobre para onde vamos, como vamos, quais os recursos que podemos ir e com quais as pessoas nós vamos nos conectar e que impacto que queremos gerar. A SER traz na sua essência, essa capacidade transformadora.

Lilite Cintra
[Conselheira da SER]
Eu apostei na ousadia do grupo de jovens que se recusou a enxergar o mundo sem porta de saída. Ofereci meus anos a mais de experiência, dando alguns palpites eventuais. Emprestei o meu nome para compor conselhos. Usufrui do trabalho da SER, que deu assessoria ao Gambá, o grupo ambientalista da Bahia, do qual eu faço parte, organizando os nossos serviços para melhor apresentá-los à sociedade. E aprendi que a inovação é fundamental neste mundo mutante. 20 anos depois, eu fico orgulhosa de ter colaborado com essa aventura, ainda que de longe.

Paulo Henrique
[CEO da Startei e Conselheiro da SER]
A SER para mim é uma organização muito séria e muito contagiante. Todas as causas e pautas que a SER trabalha, a gente tá junto ali, sentindo vontade de participar. Frequentei a NOSSA, aquela casinha maravilhosa, aconchegante, onde eu tive a oportunidade de ir e me conectar com pessoas que até hoje eu tenho um bom relacionamento. Além disso, a SER tem uma relação com as questões ligadas à empresa B, tendo sido a primeira empresa B da Bahia, depois se tornou uma organização social. São 20 anos de muita estrada, e história e fico muito feliz de fazer parte desses 20 anos.

Felippe Rosa
[Nia Tero]
O mais interessante para mim é a amplitude dessa musculatura da SER: ser capaz de ir até a comunidade, à aldeia, ao território, escutar o que está sendo dito lá e produzir documentos, resultados, treinamentos e capacitações que dialoguem com esse território, mas que não percam de vista a produção de documentação, de registros e de instrumentos de comunicação que possam, eventualmente, contar essa história para outros atores. Essa é a potência no trabalho de vocês, enxergar esses espaços como um meio de traduzir e comunicar para fora o que está sendo dito ali.